O APRTAIDE NA IGREJA CATÓLICA EM CAXIAS MA É PREGADO PELO CAMINHO NEOCATEMENAL ATRAVES DE SUA LIDER ZULEIDE, QUE ORIENTA AS PESSOAS QUE NÃO CASADOS NA IGREJA QUE SE SEPAREM PARA CONTINUAR FAZENDO PARTE DAQUELE GRUPO, FUGINDO ASSIM DO SEU PAPEL, QUE É A INICIAÇÃO CRISTÃ E ESTÁ A SERVIÇO DO BISPO. É REPUGNANTE ESSE PENSAMENTO, TODOS PODEM OBSERVAR O QUE É O CAMINHO NEOCATECUMENAL;[1]
1. O que é o Caminho Neocatecumenal?
Responde o Papa João Paulo II quando escreve: “Reconheço o Caminho Neocatecumenal como um itinerário de formação católica, válida para a sociedade e para os tempos de hoje” (Acta Apostolicae Sedis, 82 [1990] 1515).
O Caminho Neocatecumenal está a serviço dos Bispos como uma modalidade de realização diocesana da iniciação cristã e da educação permanente à fé, segundo as indicações do Concílio Vaticano II e do Magistério da Igreja:
O Concílio Vaticano II ordenou o restabelecimento do catecumenato dos adultos, dividido em várias etapas (cfr.SC 64 e AG 13-14).
Em cumprimento dos decretos conciliares, a Congregação para o Culto Divino publicou o Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos (RICA). O cap. IV do RICA sugere o uso adaptado da catequese e de alguns ritos próprios do catecumenato para a conversão e o amadurecimento na fé também dos adultos batizados.
Posteriormente o Magistério salientou várias vezes a conveniência e a urgência do “catecumenato pós-batismal”. Cfr. Sobretudo:
- Paulo VI, Evangelii Nuntiandi, 44: “Verifica-se que as condições do mundo atual tornam cada vez mais urgente a instrução catequética, sob a forma de um catecumenato”.
- João Paulo II, Catechesi Tradendæ, 44: “Um solícito pensamento pastoral e missionário... vai por fim para aqueles que, embora nascidos em países cristãos, que o mesmo é dizer num ambiente sociologicamente cristão, nunca foram educados na sua fé e são, chegados à idade adulta, verdadeiros catecúmenos”.
- João Paolo II, Christifideles Laici, 61: “Uma ajuda [à formação dos cristãos] pode ser dada… por uma catequese pós-batismal, em forma de catecumenato, através de uma ulterior proposta de certos conteúdos do Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos, destinados a permitir uma maior compreensão e vivência das imensas e extraordinárias riquezas e da responsabilidade do batismo recebido”.
- Catecismo da Igreja Católica (CIC), 1231: “Pela sua própria natureza o Batismo das crianças exige um catecumenato pós-batismal. Não se trata somente da necessidade de uma instrução posterior ao Batismo, mas do desabrochar necessário da graça batismal no crescimento da pessoa”.
- Congregação para o Clero, Diretório geral para a Catequese (DGC), 59: “«O modelo de toda catequese é o Catecumenato batismal, que é formação específica mediante a qual o adulto convertido à fé é levado à confissão da fé batismal, durante a vigília pascal». Esta formação catecumenal deve inspirar as outras formas de catequese nos seus objetivos e no seu dinamismo”; ibidem, 91: “A catequese pós-batismal, sem dever reproduzir mimeticamente a configuração do catecumenato batismal, e reconhecendo aos catequizados a sua realidade de batizados, deverá inspirar-se nesta “escola preparatória à vida cristã”, deixando-se fecundar pelos seus principais elementos caracterizadores”.
Veja-se finalmente: Congregação para o Clero, DGC, 51: “A educação permanente à fé. Em diversas regiões, ela é chamada de “catequese permanente”. Dirige-se aos cristãos iniciados nos elementos de base, que têm necessidade de alimentar e amadurecer constantemente a sua fé, durante toda a vida”; ibidem, 69: “A educação permanente à fé segue a educação de base e a supõe. Ambas atualizam duas funções do ministério da Palavra, distintas e complementares, a serviço do processo permanente de conversão”.
2. Como se realiza nas Dioceses o Caminho Neocatecumenal?
Em conformidade com o desejo do Papa João Paulo II - “Desejo que os Irmãos no Episcopado valorizem e ajudem – juntamente com seus presbíteros – esta obra para a nova evangelização, para que ela se realize de acordo com as linhas propostas pelos iniciadores, no espírito de serviço ao Ordinário do lugar e de comunhão com ele, bem como no contexto da unidade da Igreja particular com a Igreja universal” (Acta Apostolica Sedis, 82 [1990] 1515) - o Caminho Neocatecumenal se realiza nas dioceses: sob a direção do Bispo diocesano, com a guia da Equipe Responsável internacional do Caminho, ou da Equipe Responsável delegada, e segundo “as linhas propostas pelos iniciadores”, contidas no Estatuto e no Diretório Catequético do Caminho Neocatecumenal, que recolhem a tradição oral e a práxis de mais de trinta anos do Caminho.
3. O Neocatecumenato e o Processo de Educação Permanente à Fé
O Caminho Neocatecumenal consta de dois itinerários formativos consecutivos: o “Neocatecumenato” e o “Processo de Educação Permanente à Fé”.
a) O Neocatecumenato
O Neocatecumenato é um instrumento a serviço dos Bispos para o redescobrimento da iniciação cristã dos adultos batizados. Entre estes se pode distinguir: aqueles que se afastaram da Igreja; aqueles que não foram suficientemente evangelizados nem catequizados; aqueles que desejam aprofundar e amadurecer a sua fé; aqueles que provêm de confissões cristãs que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica (cfr. DGC 172).
O Neocatecumenato, enquanto itinerário de redescobrimento da iniciação cristã, é realizado normalmente na paróquia, “ambiente ordinário no qual se nasce e se cresce na fé” (DGC 257), lugar privilegiado em que a Igreja, mãe e mestra, gera na fonte batismal os filhos de Deus e os “gesta” à vida nova (cfr, DGC 79 e 257; CIC 169 e 507).
A pastoral da iniciação cristã é vital para a paróquia: “A catequese de iniciação é, assim, o elo necessário entre a ação missionária, que chama à fé, e a ação pastoral, que alimenta continuamente a comunidade cristã. Não é, portanto, uma ação facultativa, mas sim uma ação basilar e fundamental… Sem ela, a ação missionária não teria continuidade e seria estéril. Sem ela, a ação pastoral não teria raízes e seria superficial e confusa: qualquer tempestade faria desmoronar todo o edifício” (DGC 64). É por isso que o Pároco está no centro da realização do Neocatecumenato – e de todo o Caminho Neocatecumenal -, exercendo, também com a colaboração de outros presbíteros, o cuidado pastoral daqueles que o percorrem.
Dentro da paróquia, o Neocatecumenato é vivido em pequena comunidade – denominada Comunidade Neocatecumenal –, dado que a forma completa ou comum da iniciação cristã dos adultos é a comunitária (cfr. RICA 3). “É importante constatar como João Paulo II, na Christifideles laici 61, aponta à conveniência das pequenas comunidades eclesiais no contexto das paróquias e não como um movimento paralelo, que absorve os seus melhores membros: «No seio de algumas paróquias… as pequenas comunidades eclesiais existentes podem dar uma ajuda notável na formação dos cristãos, podendo tornar mais capilares e incisivas a consciência e a experiência da comunhão e da missão eclesial»” (DGC 258, nota 25).
Modelo da Comunidade Neocatecumenal é a Sagrada Família de Nazaré, lugar histórico em que o Verbo de Deus, feito Homem, torna-se adulto crescendo “em sabedoria, idade e graça”, estando submetido a José e a Maria (cfr Lc 2,52). Na comunidade, os neocatecúmenos tornam-se adultos na fé, crescendo em humildade, simplicidade e louvor, submetidos à Igreja.
O Neocatecumenato consta das Catequeses Iniciais e do Itinerário Neocatecumenal, articulado segundo as três fases da iniciação cristã: Pré-catecumenato, Catecumenato e Eleição divididos em etapas, marcadas por passagens seladas por algumas celebrações.
As Catequeses Iniciais e o Itinerário Neocatecumenal se baseiam nos três elementos fundamentais (“tripé”) da vida cristã, salientados pelo Concílio Vaticano II: Palavra de Deus, Liturgia e Comunidade. No centro de todo o percurso neocatecumenal há uma síntese de pregação kerigmática, mudança de vida moral e liturgia.
O Neocatecumenato é guiado, em comunhão com o Pároco e sob a sua responsabilidade pastoral, por uma equipe de catequistas. Dita equipe, com as Catequeses Iniciais, põe em marcha um processo de gestação à fé no qual se formam as comunidades e volta periodicamente, normalmente uma vez por ano, para levar adiante as diversas passagens do itinerário neocatecumenal e dar as indicações necessárias para a realização das diversas fases e etapas.
As Catequeses Iniciais
O Neocatecumenato começa na paróquia, a pedido do Pároco, com umas catequeses kerigmáticas (cfr. DGC 62), chamadas Catequeses Iniciais, contidas no Diretório. Estas têm lugar num período de dois meses, em quinze encontros à noite, e concluem-se com uma convivência de três dias,com a finalidade de experimentar o Tripé: Palavra, Liturgia, Comunidade, no qual baseia-se a vida cristã. As Catequeses Iniciais articulam-se em três partes:
1ª. O anúncio do Kérygma que chama à conversão: a boa notícia da morte e da ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo; “com efeito... Deus quis salvar aqueles que crêem mediante a tolice do Kérygma” (1 Cor 1,21). Esta “Palavra de salvação” (At 13,26) chama à conversão e à fé (cfr. DGC 53-55), convida a reconhecer-se pecador, a acolher o perdão e o amor gratuito de Deus e a pôr-se a caminho para a própria transformação em Cristo, pela potência do Espírito. A conversão é selada pela celebração da Penitência, segundo o rito da reconciliação de vários penitentes, com confissão e absolvição individual. Este sacramento, celebrado periodicamente, sustentará o caminho de conversão das pessoas e da comunidade.
2ª. O “Kérygma” preparado por Deus através da história da salvação (Abraão, Êxodo, etc.): dão-se as chaves hermenêuticas necessárias para a escuta e a compreensão da Sagrada Escritura: ver em Jesus Cristo o cumprimento das Escrituras e pôr os fatos da própria história sob a luz da Palavra. Esta iniciação à Escritura é selada numa celebração da Palavra, na qual os participantes recebem a Bíblia das mãos do Bispo, garante da sua autêntica interpretação, como sinal de que a Mãe Igreja doravante, ao longo do Caminho, nutrir-lhes-á semanalmente nesta mesa, fonte viva da catequese (cfr. DGC 94).
3ª. O “Kérygma” nos sacramentos e na “koinonia”: as catequeses culminam na convivência com a celebração da Eucaristia. Dita celebração, preparada por oportunas catequeses, ajuda a redescobrir o esplendor pascal salientado pelo Concílio Vaticano II e a experimentar a comunhão entre os irmãos. Com efeito, “não se edifica nenhuma comunidade cristã se ela não tiver por raiz e centro a celebração da Santíssima Eucaristia: por ela, há de iniciar-se por isso toda educação do espírito comunitário” (PO 6). A celebração da Eucaristia acompanhará a comunidade durante todo o itinerário.
No último dia da convivência, proclama-se o Sermão da Montanha, desenho do homem novo, e apresenta-se o itinerário neocatecumenal como um caminho de gestação, à imagem da Santa Virgem Maria.
Através da pregação e das celebrações feitas nas Catequeses Iniciais, o Espírito Santo convida homens e mulheres de diversa idade, mentalidade, cultura e condição social a empreenderem juntos um itinerário de conversão, fundado no redescobrimento progressivo das “imensas e extraordinárias riquezas e responsabilidades do Batismo recebido” (Christifideles Laici, 61), para realizar neles o gradual crescimento e amadurecimento da fé e da vida cristã (cfr. RICA 296). No fim da convivência, com aqueles que acolhem o chamado a percorrer tal catecumenato pós-batismal, é formada a Comunidade Neocatecumenal.
O Itinerário Neocatecumenal
A primeira fase do Neocatecumenato é o Pré-catecumenato Pós-batismal, que é um tempo de kénosis (cfr. Flp 2,7) para aprender a caminhar na humildade. Esta fase se divide em duas etapas:
1ª. Na primeira etapa, que vai desde as Catequeses Iniciais até o Primeiro Escrutínio de passagem ao Catecumenato Pós-batismal, e que dura aproximadamente dois anos, os neocatecúmenos aprendem a linguagem bíblica, celebrando semanalmente a Palavra de Deus, com temas simples que percorrem toda a Escritura, como: água, rocha, cordeiro, etc. A Palavra de Deus, a Eucaristia e a Comunidade ajudam gradualmente os neocatecúmenos a esvaziar-se dos falsos conceitos de si e de Deus, e a descer à sua realidade de pecadores, necessitados de conversão, redescobrindo a gratuidade do amor de Cristo, que lhes perdoa e ama.
Na celebração conclusiva do Primeiro Escrutínio de passagem ao Catecumenato Pós-batismal, após a inscrição do nome, os neocatecúmenos pedem à Igreja que os ajude a amadurecer na fé para realizar as obras de vida eterna (cfr. 1 Jo 3,14-15; Ef 2,10), e recebem o sinal da cruz gloriosa de Cristo, que ilumina a função salvífica que tem a cruz na vida de cada um.
2ª. Na segunda etapa, de análoga duração, os neocatecúmenos celebram as grandes etapas da história da salvação: Abraão, Êxodo, Deserto, Terra Prometida, etc., e lhes é dado um tempo para que provem a si mesmos a sinceridade de sua intenção de seguir a Jesus Cristo, à luz da sua Palavra: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24).
Na celebração conclusiva do Segundo Escrutínio de passagem ao Catecumenato Pós-batismal, renovam perante a Igreja a renúncia ao demônio e manifestam a vontade de servir só a Deus. A seguir, estudam e celebram as principais figuras bíblicas: Adão, Eva, Caim, Abel, Noé, etc., à luz de Cristo.
A segunda fase do Neocatecumenato é o Catecumenato Pós-batismal, que é um tempo (cfr RICA 20) de combate espiritual para adquirir a simplicidade interior do homem novo que ama a Deus como único Senhor, com todo o coração, com toda a mente, com todas as forças e ao próximo como a si mesmo. Sustentados pela Palavra de Deus, pela Eucaristia e pela Comunidade, os neocatecúmenos adestram-se na luta contra as tentações do demônio: a busca de seguranças, o escândalo da cruz e a sedução dos ídolos do mundo. A Igreja vem em ajuda dos neocatecúmenos entregando-lhes as armas necessárias, em três etapas:
1ª. “O ‘combate espiritual’ da vida nova do cristão é inseparável do combate da oração” (CIC 2725) que leva à intimidade com Deus. A Igreja realiza uma primeira iniciação dos neocatecúmenos à oração litúrgica e pessoal, também noturna, que culmina com as catequeses dos Evangelhos sobre a oração e com a celebração da entrega do livro da Liturgia das Horas. Desde então, começam o dia com a oração individual das Laudes e do Ofício das Leituras e aprendem a fazer um tempo de oração silenciosa e a oração do coração.
Os neocatecúmenos, escrutando os salmos em pequenos grupos, são iniciados à prática assídua da “lectio divina” ou “scrutatio scripturæ”, “na qual a Palavra de Deus é lida e meditada para transformar-se em oração” (CIC 1177). Com efeito, “a ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo” (CIC 133).
2ª. A Igreja entrega aos neocatecúmenos o Credo (“Traditio Symboli”), “compêndio da Escritura e da fé” (DGC 85), e os envia, dois a dois, a pregá-lo pelas casas da Paróquia. Eles estudam e celebram artigo por artigo o Símbolo apostólico e o restituem à Igreja (“Redditio Symboli”), confessando a sua fé e proclamando o Credo solenemente perante os fiéis, durante a Quaresma.
3ª. A Igreja realiza uma segunda iniciação dos neocatecúmenos à oração litúrgica e contemplativa, que culmina com as catequeses sobre a oração do Senhor e com a celebração da entrega do “Pai nosso” “síntese de todo o Evangelho” (DGC 85). Desde então, nos dias feriais do Advento e da Quaresma, eles começam a celebrar comunitariamente na Paróquia, antes de ir ao trabalho, as Laudes e o Ofício das Leituras, com um tempo de oração contemplativa.
Os neocatecúmenos são iniciados a tornarem-se pequenos (cfr. Mt 18,4) e a viverem abandonados filialmente à paternidade de Deus, protegidos pela maternidade de Maria e da Igreja, e na fidelidade ao Sucessor de Pedro e ao Bispo. A tal fim, antes da entrega do “Pai nosso”, os neocatecúmenos fazem uma peregrinação a um santuário mariano para acolher a Virgem Maria como Mãe (cfr. Jo 19,26-27), professam a fé na tumba de S. Pedro e fazem um ato de adesão ao Santo Padre.
Nesta etapa os neocatecúmenos estudam sistematicamente cada uma das petições do “Pai nosso” e temas sobre a Virgem Maria: Mãe da Igreja, Nova Eva, Arca da aliança, Imagem do cristão, etc.
A terceira fase do Neocatecumenato é o Redescobrimento da Eleição, “eixo de todo o catecumenato” (RICA 23). É um tempo de iluminação no qual a Igreja ensina aos neocatecúmenos a caminhar no louvor, “inundados pela luz da fé” (RICA 24), ou seja, a discernir e cumprir a vontade de Deus na história para fazer da própria vida uma liturgia de santidade. Eles estudam e celebram cada um dos fragmentos do Sermão da Montanha.
Após terem mostrado com obras que neles está se realizando, ainda que na debilidade, o homem novo descrito no Sermão da Montanha, que, seguindo as pegadas de Jesus Cristo (cfr. 1 Pe 2,21), não resiste ao mal e ama o inimigo (cfr. Mt 5,39-45), os neocatecúmenos renovam solenemente as promessas batismais na Vigília Pascal, presidida pelo Bispo. Nesta liturgia, vestem as túnicas brancas em lembrança do seu batismo. Depois, durante os cinqüenta dias pascais, celebram cada dia a eucaristia solenemente e fazem uma peregrinação à Terra Santa como sinal das bodas com o Senhor, percorrendo os lugares onde Cristo realizou tudo quanto eles viveram durante todo o itinerário neocatecumenal.
b) O Processo de Educação Permanente à Fé
A Comunidade Neocatecumenal, após cumprir o itinerário de redescobrimento da iniciação cristã, entra no processo de educação permanente à fé: perseverando na celebração semanal da Palavra e da Eucaristia dominical e na comunhão fraterna, ativamente inseridos na pastoral da comunidade paroquial, para dar os sinais do amor e da unidade (cfr. Jo 13,34-35; 17,21), que chamam o homem contemporâneo à fé:
“A educação permanente à fé - afirma o DGC, nº 70 - se dirige não apenas a cada cristão, para acompanhá-lo no seu caminho rumo à santidade, mas também à comunidade cristã enquanto tal, para que amadureça tanto na sua vida interior de amor a Deus e aos irmãos, quanto na sua abertura ao mundo como comunidade missionária. O desejo e a oração de Jesus ao Pai são um incessante apelo: “a fim de que todos sejam uma só coisa. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que também eles sejam uma só coisa em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17,21). Aproximar-se, pouco a pouco, desse ideal, exige, na Comunidade, uma grande fidelidade à ação do Espírito Santo, um constante alimentar-se do Corpo e Sangue do Senhor e uma permanente educação à fé, na escuta da Palavra”.
O Caminho Neocatecumenal é assim um instrumento a serviço dos Bispos para realizar o processo de educação permanente à fé solicitado pela Igreja: a iniciação cristã, como reafirma o DGC, nº56, “não é o ponto final no processo permanente de conversão. A profissão de fé batismal coloca-se como fundamento de um edifício espiritual destinado a crescer”; “a adesão a Jesus Cristo, de fato, inicia um processo de conversão permanente, que dura toda a vida”.
Deste modo, o Caminho Neocatecumenal contribui para a renovação paroquial desejada pelo Magistério da Igreja de promover “novos métodos e novas estruturas”, que evitem o anonimato e a massificação (cfr. João Paulo II, Discurso à Conferência dos Bispos de Ontário, em L’Oss. Rom. 5 maio 1999), e de considerar “a Paróquia como comunidade de comunidades” (Ecclesia in America, 41), que “descentralizam e articulam a comunidade paroquial” (Redemptoris missio, 51).
Site oficial do Caminho Neocatecumenal: www.caminhoneocatecumenal.org.br
[1] Extrato do Estatuto do Caminho Neocatecumenal, aprovado pela Santa Sé ad experimentum por um período de cinco anos, no dia 29 de junho de 2002.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
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Um comentário:
eu acho que se equivocaram quando se refere a zuleide pq o que se escreve la é que não casada e a palavra é bem
clara quando diz odeia seu marido seu filho sua mãe e pai e segue a DEUS...
seu albertto gonçalves está é com os ouvidos tapados...
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